Peço sua divulgação quanto à uma ação estratégica que, no meu entendimento, podemos utilizar em prol do MNBD.

 

Hoje, quando sintonizado com a Rádio CBN, escutei matéria de cunho institucional promovida pela Câmara dos Deputados, mencionando a existência de um "Serviço de Comunicação Interativa".

 

Nesse serviço, qualquer cidadão brasileiro pode se valer de uma ligação telefônica, gratuita, para expressar sua posição em face de projetos de lei em tramitação.

 

Não tive dúvidas. Disquei para 0800-619619 e, após uma breve identificação pessoal, manifestei minha opinião favorável à aprovação do Projeto de Lei 5801/2005, de autoria do Deputado Federal Max Rosenmann que, como sabemos, visa extinguir o exame de ordem.

 

Após o registro da manifestação, o atendente indagou-me para quem deveria ser encaminhado meu posicionamento, momento em que respondi: "para o Deputado Max Rosenmann", como forma de prestigiar a iniciativa promovida e centralizar os apoios necessários à realização da audiência pública no próximo dia 13/03. Ademais, como pode ser constatado, as justificativas da propositura feita são extremamente centradas, demonstrando todos os abusos que a OAB tem praticado em prejuízo de milhões de Bacharéis em Direito. Não obstante, o Deputado Jair Bolsonaro também seria uma opção interessante, mormente pela criação da Frente Parlamentar contra o exame de ordem.

 

Acredito ser interessante buscar estabelecer um contato com o Gabinete do Deputado Max Rosenmann (ou ainda do Deputado Jair Bolsonaro) para que essa estratégia seja efetivada.

 

Adianto-lhe que o Serviço de Comunicação Interativa da Câmara dos Deputados registra apenas um posicionamento por chamada.

 

Assim, meu pedido a você consiste em divulgar para nossa rede MNBD pelo Brasil afora, o número telefônico 0800-619619, de sorte a que tenhamos condições de bombardear a Câmara dos Deputados com manifestações de apoio às proposituras. Imagine a quantidade de manifestações vindas de todos os Estados da Federação o efeito prático que poderá causar.

 

 

Abraços,

 

José Guimarães